4. Na Ética Pastoral Não Cabe Risinhos

Gênesis 18.15
Então, Sara, receosa, o negou, dizendo: Não me ri. Ele, porém, disse: Não é assim, é certo que riste.

É impensável o desenvolvimento de um diálogo com um pastor que, quando fala, fica sério e argumenta sisudamente, porém, quando está te ouvindo argumentar está com um sorrisinho no rosto, olhando pra você e meneando a cabeça.

De duas, uma (ou as duas!) … Ou está totalmente apequenado, inseguro, inquieto e, por isso, ri porque não consegue se controlar, ou está se achando o supra sumo e entende que a outra palavra é desprezível e merecedora de ridicularização.

Parece estranho isso, se considerarmos que se trata de um pastor; emblemática que é esta vocação, carregada de preconceitos invejáveis. Espera-se equilíbrio no trato e convivência respeitosa. Nenhum membro se daria a um tempo de gabinete sabendo que enquanto é ouvido tem no seu pastor uma pessoa que se esparrama no trono e fica cheio de risinhos enquanto você compartilha.

A ética pastoral requer outra postura, com membros e com colegas de Ministério. Em especial, com estes últimos, ficar com risinhos enquanto desenvolve um diálogo ou mesmo um debate, é assustadoramente arrogante e desprezível. E, se outros estiverem juntos, notarão escancaradamente a falta de ética e comentarão a posterior, com repúdio, a tal insensatez.

Em qual cartilha aprendem tal postura, ou se é próprio da sua natureza humana? Tomara que ouçam as muitas vozes que certamente lhes chegarão aos ouvidos, apontando suas ofensas e inseguranças. Para isto há remédio!!!

Publicado por Geraldo Santos

Diretor Comercial da Editora Divas Diretor Presidente do Portal NCOISASSP Pastor da ICEB

Deixe um comentário

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora