
Lucas 9.12
Mas o dia começava a declinar. Então, se aproximaram os doze e lhe disseram: Despede a multidão, para que, indo às aldeias e campos circunvizinhos, se hospedem e achem alimento; pois estamos aqui em lugar deserto.
Tomar decisões difíceis nunca foi fácil. Constata-se que certos líderes procuram sempre caminhos mais curtos e fáceis para solucionar conflitos.
Enfrentar conflitos pelo caminho do diálogo, ou da constatação de fatos, ou da análise de informações, ou mesmo da reflexão pura e simples, não é para todos.
Os protocolos têm uma definição bem simples, e se apresentam sob três óticas: PREVENTIVOS, EXECUTIVOS e CORRETIVOS. Não são a mesma coisa e devem respeitar seus momentos para serem usados.
Cada um tem uma pergunta-chave que o acompanha. (1) Os Preventivos tem a pergunta “O QUE?”. São usados para requerer documentos e informações. Buscar o conhecimento de causa é sua finalidade. Não expressam pré-supostos ou pré-conceitos. Tentam responder a diversas perguntas que surgem antecipadamente. (2) Os Executivos respondem à pergunta “COMO?”. Acompanham o desenvolvimento do processo em curso. São comparativos por essência com as etapas cumpridas. Sua finalidade é o resultado. (3) Os Corretivos respondem aos “POR QUÊS?”. São limitadores e taxativos por essência. Buscam a correção de rumos inflingidos nas etapas de análise e execução. São proibitivos e, em certos casos, extinguem o processo em curso.
Se os líderes eclesiásticos não perceberem estas simples distinções, e pensarem somente no modo mais fácil e rápido de solucionarem conflitos, de pronto, aplicarão os Protocolos CORRETIVOS sem, ao menos, saberem do que se tratam os assuntos em questão.
Cercear, sem conhecer o assunto ou sem se caminhar juntos, tem o potencial de matar sonhos e machucar pessoas. Estas, são mais importantes que os Protocolos.